O Logos Uno e a VERDADE do Cristo

 Se você acredita em um Deus onipresente, você não tem como sair de dentro da onipresença para conhecê-lo. É preciso que se conheça estando dentro do Logos que revelou sua face humana por meio de uma sincronicidade histórica dentro desta onipresença; como se demonstra pelas Escrituras, como em Isaías. Ali você estuda o cumprimento da revelação dentro do Logos.

Isto mostra a razão para tal conhecimento e ciência, pois é possível perceber a História. Eis a razão pela qual o Espírito Santo se faz presente no Logos Uno, mas divido em três, para ser compreensível diante desta mesma razão, ainda que se mantenha o mistério da Fé.

E conhecer jamais vai ser compreender o TODO, pois não se sai desta onipresença. Portanto, as dúvidas surgem, como surge a tibieza etc. Afinal, se sair não é onipresente. Qualquer coisa fora do entendimento deste Logos não é cristão. É por isso que se fala em revelação.

Em Isaías, antes mesmo da vinda de Jesus, se tem a natureza do Messias. Leiam, por exemplo, o Isaías 53. Vejam que ali já se faz manifesta a profecia da face humana do Logos entre os anos de 740 a 681 a.C. É uma sincronicidade histórica que dialoga com a Fé. Isto se dá por revelação. Quando se fala de "revelação" não se fala de algo que despreza a razão. Muito pelo contrário. O próprio Santo Tomás de Aquino chama atenção para isto.

As leituras presentes nos missais buscam esse diálogo quando Isaías aparece como primeira leitura, abrindo portas para o Evangelho. Aqui cito apenas um exemplo. Por isto que qualquer forma - repito! - de entendimento fora desta compreensão de Logos não é cristã.

Recentemente tive uma conversa sobre a ressuscitação de Lázaro, presente em João. Defendiam a possibilidade de catalepsia. É impossível. É impossível pelas questões racionais, mas sobretudo pela posição histórica do evento para a confirmação do Logos. É desfazer a natureza do Cristo para substanciar outra Fé ou ausência de Fé. Eu até respeito profundamente, pois creio que as pessoas são livres para acreditar no que bem entendem, mas digo com todas as letras: Não é a compreensão cristã.
Quando se fala da revelação do Logos se fala justamente da impossibilidade do entendimento fora da onipresença na qual se acredita ou não se acredita. Se acredita, não é preciso que você aceite a revelação sem questionamentos, pois é possível questionar. Porém, uma forma de questionar é a observação dos eventos históricos e não apenas pela Bíblia, mas pelas diversas fontes que os apontam.

O problema de hoje em dia é que quando você fala que determinadas coisas se dão por "revelação" tem sempre alguém que diz: "Então, eu tenho que simplesmente aceitar?". Não! Os próprios apóstolos não lembraram desta sincronicidade ao se depararem com o túmulo de Cristo vazio. O entendimento só veio depois.

O próprio Cristo - como se viu no Evangelho da missa de Páscoa - chamou os apóstolos de lerdos em função do não entendimento racional do processo.

Tive esta conversa com a Camila Dias, durante uma manifestação de rua, em que ela questionou minha crença e a aceitação da revelação. O que falei foi justamente o que foi dito pelo padre Marcio ontem na Santa Missa. Falei um pouco sobre esse Logos. Falei dele com Vanessa Alencar, minha amada esposa, quado discutíamos algumas questões do espiritismo. E até com o amigo judeu Leandro Silva, que como judeu não tem a visão do Messias que já veio. A diferença é que o judeu sabe que sua base não é cristã, mas há doutrinas que se dizem cristãs ou se infiltram no cristianismo buscando modificar a natureza do Cristo. A própria Teologia da Libertação faz isto com o teor materialista que carrega. É o câncer da Igreja Católica.


Pretendo escrever mais sobre o assunto em breve. Sem a pretensão de convencer quem quer que seja, sem querer desrespeitar qualquer Fé ou ausência de Fé. Mas simplesmente para marcar algumas coisas que a Igreja defende. E acreditem, a compreensão desta natureza está nas mais polêmicas questões da humanidade. Por isto a leitura do catecismo é fundamental. Compreender este Logos é entender A VERDADE. 

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